domingo, 28 de setembro de 2014

Bem Vindo ao país onde tudo pode, mesmo o que não pode!

     Uma coisa que eu julgo ser (desculpem a expressão entretanto foi a mais coerente e adequada que encontrei para descrever o que irei citar a seguir) descarada é a forma como a Presidente/Candidata Dilma Rousseff usa o Palácio da Alvorada como comitê politico, dando entrevistas, sabatinas e discursos em seu programa político, (se o fato de formar uma coligação com vários partidos pequenos que vendem suas legendas vamos por assim dizer, para partidos maiores que visam obter maior tempo na propaganda eleitoral já não fosse o suficiente) até mesmo porque isso não é proibido, entretanto o uso de bens públicos para usos eleitorais sim é ilícito, entretanto e até curiosamente eu me arrisco a dizer não vi nenhuma manifestação por parte da Justiça Eleitoral quanto a isso, mas o que se esperar do Brasil - País da Impunidade, título que infelizmente estamos acostumados a carregar, como se fosse um estigma. Ao meu ver, por mais radical que possa ser acho que um candidato a reeleição deveria se afastar do cargo, tendo em vista que além de não cumprir efetivamente suas funções acaba usando da máquina administrativa como ferramenta de campanha.
     Mas posso ir mais além, quando digo que dos três grandes concorreres dessa eleição apenas uma entregou seu plano de governo, entendam que a questão não é a avaliação do mesmo (não neste post), mas sim o feedback que o eleitor espera, afinal de contas como posso avaliar um candidato se ele não tem nada concreto para me apresentar além das típicas "promessas de campanha"? 
     Partindo desse pressuposto acredito eu que a apresentação do plano de governo em tempo hábil para avaliação dos eleitores deveria ser pré-requisito para aprovação da candidatura, assim como o mesmo seria considerado um documento ao qual seria obrigatório o seu cumprimento integral, algo similar com a Lei de Responsabilidade Fiscal, acredito eu que assim poderíamos tornar os políticos mais "confiáveis e íntegros" (perceba que as aspas e a fonte itálica visam demonstram meu sarcasmo utópico). Mas o que me custa divagar em ideias no país que como diz o Evandro: -"É uma Disney chamada Brasil."
     
Jefferson Ribeiro

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