quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Jornalismo Tendencioso Parte II - VEJA

Na semana passada eu escrevi aqui no blog um post sobre jornalismo tendencioso, e volto a escrever outro, este porém com outro foco, pois neste eu cito a revista VEJA, da mesma forma em que diversas vezes eu já usei a referida revista como referencia, leio os blogs e colunas de alguns de seus membros e acompanho também a TVeja e compro a revista sempre que julgo interessante o conteúdo da mesma, ou seja eu sou um consumidor dos textos e matérias da revista, o que ocorre é que ultimamente eu percebo que a VEJA se faz muito incisiva sobre o impeachment e também parece meio que tentar defender o Eduardo Cunha usando como argumentos os bons feitos dele a frente da câmara, para tanto vamos lá; primeiro que não sou petista que adora bater na VEJA sem motivos, mas sejamos sensatos suficientemente para entender e enxergar que por mais que o Eduardo Cunha tenha botado em votação projetos importantes, ele usou a câmara como massa de manobra de seus interesses políticos, e uma vez que tenha a existência de suas contas na Suíça ele deve sim ser cassado, agora tentar como se diz por panos quentes na situação só porque talvez ele seja o articulador mais habilidoso pra viabilizar o impeachment e também ficar colocando tal impeachment como centro de seu jornalismo eu já acho um pouco demais.
Particularmente eu já achei uma puta bola fora a reportagem da VEJA sobre o Romário (e uma revista deste porte ter de se retratar por não apurar um fato antes de publica-lo), sempre achei a revista um pouco fraca em assuntos que não são política e depois desses fatos começo a me desinteressar um pouco pela revista e buscar outras fontes de informação que saibam fazer um jornalismo mais informativo e imparcial, acredito que faça parte do jornalismo sim expor sua opinião agora antepor isso aos fatos já acho um pouco demais.

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