quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Muito ajuda quem não atrapalha!

Ainda me impressiona o quão o governo pode ser bom em f%$#r a vida do brasileiro, acho que isso é fruto de anos de prática e experiência, e quem têm mais sentido esse impacto ultimamente é o e-commerce.
Esse post se dá por um insight que tive (preferiria não tê-lo) depois de tantos problemas com os correios, o ultimo foi o fato de que no site da instituição alega, após rastreio de uma encomenda, simplesmente que o número está irregular, alegação esta que diverge da realidade, já vi outras experiências também, como um conhecido que teve a alegação de que não tinha ninguém na residência mesmo morando em um edifício com portaria 24 horas e até a falta de cola em uma agência. Entenda você leitor que falei do e-commerce pois estou evitando de comprar em bons sites e com preço diferenciado devido ao fato de optarem pelos correios como modo de entrega, pois os transtornos não se fazem válidos em uma análise de playback da experiência da compra como um todo.
Aí você me pergunta: "Onde entra o governo?" E eu prontamente lhe respondo: Nessa sua mania enfadonha e cretina de achar que tudo que compete a vida do cidadão é de direito do governo se meter (lamentavelmente muitos brasileiros compartilham desse mesmo viés) e com isso e a falta de livre comercio que existe, cedendo assim este "monopólio" aos correios, causando essa ineficiência que certamente todos conhecem ou tem ciência de alguém que a conheça por experiência própria.
Propositalmente citei o comercio online pois além de já ter tido outras ruins experiências devido a intervenção estatal, é uma área que movimenta grande capital e tende a crescer exponencialmente, logo o que se espera do estado, ainda mais em tempos de crise onde o giro de capital é imprescindível é que se não puder ajudar, polo menos não atrapalhe.

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